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Memórias de Iracambi – cadê os macacos?

 

Eu passei aproximadamente um mês em Iracambi em 2001 e a visita foi muito marcante. Fui com um grupo da minha universidade para estudar o macaco sauá e os beija-flores. Infelizmente esses macacos nunca apareceram, mas eu fiquei apaixonado com o comportamento das diversas espécies de beija-flores. O objetivo desse estudo era compreender a territorialidade em várias espécies. O resultado foi que, no geral, as espécies grandes eram muito agressivas e espantavam pássaros menores dos locais de comedouros e plantas. Mas uma das outras descobertas foi que essas pequenas maravilhas desapareciam no meio do dia para a sesta. E quem pode culpá-los? Quando sua vida está literalmente no ritmo de um beija-flor, você precisa de um descanso!

E quanto a outras coisas que se destacavam? Os lagartos que viviam abaixo de nossa casa. Todos os dias eles se aqueciam ao sol da manhã e nos davam as boas vindas.  A emocionante visita de um gambá muito interessado no conteúdo do nosso quarto. Os insetos estranhos e maravilhosos que sabemos que são a base dos ecossistemas. A aranha assustadoramente grande que se juntou a nós uma noite. A nova espécie de bagre que encontramos em um pequeno lago em um riacho próximo. E, claro, o cachorro Tigger, muito querido, que costumava voltar para casa conosco para ter certeza de que chegávamos em segurança antes dele voltar para seus aposentos.

Boas lembranças das quais ainda falo hoje. Espero estar de volta para ver todas as mudanças surpreendentes que ocorreram ao longo dos anos e novamente desfrutar da vida selvagem e da companhia de pessoas que pensam como eu!

Escrito por Jon Hildred – iracambista 2001. Tradução – Eduardo

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