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um programa novo e apaixonante

Florestas Inteligentes

Tornando sistemas complexos compreensíveis e acessíveis através de monitoramento e SIG

florestas inteligentes

No decorrer dos últimos 20 anos, Iracambi plantou mais de 150.000 árvores nativas nas montanhas remotas da Serra do Brigadeiro. Este tem sido um desafio enorme, carregando as mudas serra acima, e uma porcentagem das mudas sucumbiu à plantas invasivas ou ataques da saúva.  Como você pode imaginar, aprendemos muito sobre como fazer reflorestamento em florestas fragmentadas, junto aos erros que não precisamos repetir.

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Como nosso foco está cada vez mais alinhado à ação climática e ao plantio de outras milhares de mudas, precisamos mais do que nunca assegurar que nosso modelo de reflorestamento seja eficiente. Aí que entra o projeto Iracambi Florestas Inteligentes. 

Este programa apaixonante, ainda em desenvolvimento, visa montar um quadro da saúde do ecossistema nas florestas ao redor de Iracambi – tanto florestas altas, quanto regeneradas e restauradas – e criar uma linha de base para o monitoramento de projetos de restauração em ecossistemas florestais subtropicais.

Depois de quantificar e monitorar as mudanças nos sistemas florestais, podemos desenvolver uma base de referência para a restauração florestal que seja cientificamente validada e apoiada por dados.

Dados a serem coletados incluem dados sobre vegetação, solos e água, além de dados meteorológicos e um cenário de sons. Dados bióticos (cobertura vegetal, sua presença e estado de saúde, além da presença de fauna silvestre, tamanho de população e status,) providenciam um quadro da composição de um ecossistema, seu habitat e funções ecológicas.

Dados ambientais (solos, dados meteorológicos e sons) nos mostram as condições que fazem com que um ecossistema funcione com êxito. As interações entre dados bióticos e ambientais (sempre dinâmicos) proporcionam uma base segura por uma gestão do ecossistema e um monitoramento antecipado.

A coleta dos dados será feita por sensoriamento remoto, além de pesquisas de campo, utilizando câmeras trap, o sistema pega e solta, e monitoramento visual e aural, além do equipamento apropriado para monitoramento meteorológico, e de solos e água. Câmeras montadas em drones e LIDAR ajudam a completar o quadro de saúde (ou falta de saúde) do ecossistema, e estes dados serão utilizados para informar projetos de restauração em áreas semelhantes de florestas degradadas.

projeto Florestas para água

Iracambi Trilhas na floresta

prioridades para reflorestamento

Monitorando a mineração

0
hectares de floresta sob proteção permanente
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hectares de Áreas de Proteção Ambiental criadas
0
árvores nativas plantadas em áreas de reflorestamento
0
pesquisadores, estudantes e voluntários

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